Traga-me hidromel, não vou beber
Vou chorar com uma gaita de fole
Afoito pelo coito
Amedrontado pelo fogo
Desorientado com mapa
Quero comer!
Até hoje tento entender o que houve
Até hoje tento passar a borracha no papel em branco
Quero o prazer que me davas
Não quero a enxaqueca
Quero a pureza
Com um toque sutil de ninfomania fanaticamente fiel
As vezes imagino se deleita em seu sonho egoísta
Enquanto eu vago sem rumo com rota traçada
Te odeio, te perdoo, não guardo mágoas... Talvez?
Só acho que já passou da hora
De me dar o terremoto
E me acalmar os instintos
Ah!
Não aguento!
Rodolfo d'Lima
3 comentários:
Atormenta-se a vizinha.
É, o "diferencial" trás suas desvantagens.
Não queira entender, não queira apagar... Esqueça apenas... Viverás melhor.
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